Mesmo com a chegada do Kindle, da Amazon, e do iPad, da Apple, entre outros gadgets que oferecem uma experiência digital de leitura, a produção de livros impressos continua forte. A Garimpo Editorial, por exemplo, apesar de já trabalhar com outros suportes, planeja lançar, somente este ano, mais de quarenta títulos no formato convencional (papel). Segundo o publisher Gregory Pek, a Garimpo vai imprimir, nos próximos dois meses, mais de 7 milhões de páginas de títulos. O número pode parecer agressivo, mas ele entra para a lista do consumo cultural consciente, já que as obras são impressas em papéis produzidos por indústrias que trabalham apenas com matéria-prima de reflorestamento. Desde sua fundação, a editora aderiu à Green Press Initiative, organização empenhada em promover padrões sustentáveis de produção e consumo de livros e jornais e dos processos das indústrias de papéis.